A revolução do 25 de Abril de 1974 trouxe a Portugal Liberdade, pondo fim a um longo período de Ditadura fascista de 49 anos. Após 1976 houve retrocessos graves no processo desta revolução, patrocinada por partidos reaccionários de direita tendo como aliados algumas famílias Fascistas. Portugal foi caminhando o trilho de uma sociedade capitalista, geradora de profundas injustiças sociais.



Neste blog iremos denunciar os sistemáticos atentados que todos os dias ocorrem às Liberdades, Direitos e Garantias que herdámos de homens e mulheres que lutaram para que fosse possível o maior acontecimento histórico do século xx em Portugal.



sexta-feira, 9 de abril de 2010

DA LEITURA DOS JORNAIS

"Filhos de Abril": Solidários com o Partido Comunista Português, alertando aqui, a  População de Paredes para este facto discriminatório que sucessivamente vem acontecendo ao longos dos tempos.

No Jornal de Notícias de 7/4/2010, na pág.11, aparecia como se fosse AgitProp…

“Capital é que decide o que é publicado”

PCP
 O secretário geral do PCP advertiu ontem para o domínio que o poder económico tem sobre a comunicação social, considerando que é “o capital” que determina o que é ou não publicado.
“Mais do que Sócrates ou a doutora ferreira Leite ou Paulo Portas, quem domina os meios de comunicação social é o poder económico, esse é que determina o que sai, o que não sai, como é que sai”, afirmou Jerónimo de Sousa.
“Têm prejuízo de uns trocos, mas até conseguem vender as ideias”, enfatizou, considerando que através da comunicação social o poder económico não só consegue “vender” a ideologia que mais lhe convém, como “silenciar” o que é contrário aos seus interesses.
Como exemplo, Jerónimo de Sousa apontou as iniciativas do PCP onde os jornalistas aparecem para fazer o seu trabalho, mas depois por “opção do editor” ou opção da programação, tudo aparecer secundarizado.
“Se for preciso eu até faço o pino, se conseguir que as nossas propostas passem”, gracejou, considerando que “não é uma questão de mensagem, é uma questão de conteúdos que eles não podem permitir que passem”.
Em contraposição, acrescentou, as propostas da direita acabam sempre por ser divulgadas, mesmo quando o líder do CDS/PP aparece “a dizer dez vezes seguidas a mesma coisa”.
“Martela, martela, martela, mas aparece sempre a proposta”, salientou.
“Não estou a dizer que aqui ou acolá não haja isenção, mas de uma forma geral e naquilo que é fundamental, eles calam-nos”, lamentou.